1.1 - Põem-se as escamas de molho em
água e detergente de roupa em pó (não devendo este ser muito
concentrado, para não se correr o risco das escamas ficarem
quebradiças), vai-se mudando a água 2 vezes ao dia até as escamas
ficarem completamente limpas, em seguida passam-se por várias águas
limpas até não haver quaisquer resíduos de sabão.
1.2 – Colocam-se uma a uma entre 2
toalhas ou papel absorvente, prensando-as com algum objecto pesado (ex:
um livro), por forma a secarem sem se enrolarem.
2.1 – Dissolve-se em água um corante
adequado (por ex: corante alimentar, anilina, etc.)
2.2 – Introduzem-se as escamas nesse
preparado durante o tempo necessário a obter a coloração desejada.
3.1 – Escolhem-se as escamas com as dimensões suficientes .
3.2 – Utilizando os
moldes, recortam-se cuidadosamente.
3. 3 – Fazem-se pequenos cortes necessários a segurar o
canutilho.

Figura 1
4.1 – Estica-se a
quantidade necessária de
canutilho, e passando pelos cortes
referidos no ponto 3.3, enrola-se à volta das pétalas deixando ficar
cada uma das pontas do fio com o tamanho suficiente para fazer o pé
da flor.

Figura 2
4.2 – Enrolam-se as 2 pontas do fio por forma a fixar a pétala.

Figura 3
4.3 – Fazem-se os estames utilizando
canutilho como se indica na
figura seguinte.

Figura 5
4.4 - Juntam-se os vários componentes (estames e pétalas),
enrolando os respectivos pés.

Figura 6
4.5 – Abrem-se as pétalas e compõe-se a flor.

Figura 7
Neste documento tentei fazer uma
abordagem sintética ás principais técnicas mais usadas.
Pretendi, tão somente, poder
contribuir para o despertar do gosto por esta actividade, pois se é
verdade que com este material se podem obter grandes obras, também é
verdade que é preciso partir deste ponto e que serão as necessidades
e o próprio engenho do artesão que o farão procurar novas técnicas e
inventar novas ferramentas à medida que for progredindo.